Em última instância, Inglorious Basterds é um filme de humor requintado, que tem a felicidade de alcançar as massas dado ao subtítulo Tarantino.
Tem "homenagens" descaradas a vários filmes, como é habitual e compreendo que seja melhor que quase tudo o que sai no circuito comercial, ainda assim, não é nada de brilhante. Brad Pitt serve bem no papel de líder, mas para liderar é preciso ter alguém que o siga, e os Judeus são destituídos de carisma.
A divisão por capítulos não beneficia o ritmo do filme, havendo até um momento central em que o público se esquece dos Basterds, talvez a cena central do filme, na cave. O fecho dessa cena, bem como o final, talvez sejam apelativos para um público mais carente por violência e sangue, mas vistos a sangue-frio (propositado), poderia ser melhor.
A inclusão da piscadela de olho Italiana com a sala de cinema, bem como a personagem de Mélanie Laurent (Shosanna Dreyfus) dá outro ambiente ao filme, mas Hans Landa por Christoph Waltz acaba por ser o expoente máximo de um filme que sobrevive graças ao carácter de personagens inventadas ou histórias.
Um comentário final, seria destinado história de Perrier LaPadite daria um fantástico spin off do filme, que ao que parece, vai ter uma prequela.

Comments (1)

On 5 de setembro de 2009 às 13:01 , vanessa disse...

achei o filme genial...adorei mesmo.sem duvida alguma que o Hans é o melhor!