domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Organic Anagram Industries Pre-Order


Já temos uma página para o pre-order dos gorros e dos bonés. A quem o fizer, o meu obrigado por nos apoiarem, deu muito trabalho a ter tudo pronto.

http://organicanagram.com/preorder

Mary & Max


Fosse eu a decidir, e havia Oscars para Mary & Max. Postas as coisas de forma simples, a haver um filme que eu recomendaria desta década, esta produção Australiana seria uma das mais audíveis. Uma das peças de cinema mais inventivas que já vi conta a história de uma amizade transatlântica entre a solitária Mary na Austrália, e Max, um Nova Iorquino que gosta demasiado de comer. A paleta de cores, a atenção aos pormenores, a forma como a animação consegue ser tão sóbria e adulta, é tudo um encanto. Junte-se os bonecos perfeitos às vozes ternas do narrador e do brilhante Philip Seymour Hoffman, e tem-se um dos filmes mais inventivos de sempre. Sim, é assim tão bom.

Killa Season


Para além de uma das mais extensas carreiras no rap (conhecem mais alguém que tenha tido um grupo com o Big L e outro com o Juelz Santana?), o Cam'ron escreveu e realizou este filme que serviu de promoção ao album homónimo, Killa Season lançado em 2006. É bastante longo, e pelos vistos vai haver uma sequela, presumo que pouco antecipada.
A maneira de filmar é amadora, mesmo ghetto, e o Cam'ron aparece a fazer de adolescente, mas com a idade que tinha em 2006. Não tem qualquer envolvência ou atmosfera, há câmaras a aparecerem na imagem, crianças que foram apanhadas a ver as filmagens de uma cena de tiroteiro, entre muitos outros erros.
Armas, drogas, violência interromperam a carreira de um jogador de basket chamado Cameron Giles (colega de equipa do Mase que depois também iria ser dos Children of the Corn), mas parece ser aí que acaba a parte autobiográfica do filme. Pela maneira de ele falar com os Latinos e Africanos, não acredito que se tenha passado mesmo assim. Se nem a realizar um filme arranja um consultor para saber o que dizer, não me parece que na vida real conseguisse ter estabelecido estas conexões de que fala. São essas e outras ficcionalizações que retiram a realidade ao filme, tais como o excesso de homicídios que não correspondem à realidade.
A musica complementa bem, mas é usada poucas vezes, o que é estranho, pois o filme era para promover o álbum.

O Pai Tirano


Apesar de ter no elenco Vasco Santana, Ribeirnho, Luisa Durnao e Graça Maria, O Pai Tirano dificilmente é um filme digno de destaque, pois parece um filme feito por encomenda. No inicio avisa-se que os patrocinadores são os Armazéns Grandela e a Perfumaria da Moda, que é onde se passa a acção, com um jovem caixeiro dos Armazéns a apaixonar-se por uma empregada da Perfumaria da Moda. A trama leva a que num ensaio da peça O Pai Tirano, ouvidos alheios interpretem mal o que ouviram. Não sendo um filme mau, há seguramente bem melhores.

Mysteries of the Organism


De vez em tempo aparece-me um filme destes para ver, que não pertence a qualquer categoria. W.R. - Mysteries of the Organism foi realizado em 1971 por Dusan Makavejev e para além de enigmático, arrisca ser absurdo. O que começa como a investigação da vida e rabalho de um psicólogo chamado Wilhelm Reich, acaba por ser quase soft-porn Jugoslavo. Apresenta o sexo como o maior acto revolucionário, mas no fundo é uma conversa entre crentes e malucos.

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

OA Industries Skateboards

More Than A Game


Composto em 2008 com várias imagens de uma equipa de Akron, Ohio, em More Than A Game vê-se uma geração progredir à frente dos pais, a forma como eles viviam e entrosavam, os sacrifícios feitos por toda a gente para eles poderem jogar por toda a América.
Na high school, fazem uma época invencíveis, que culmina com pessoas a pagarem 300$ para ver um jogo de um deles chamado LeBron. A história parece retirada de um conto de fadas e a amizade do cinco inicial é o que aguenta a equipa nos piores momentos.
O que transporta este filme de Kristopher Belman para outro nível? É que um dos rapazes é LeBron James. Quem me conhece sabe que uma das coisas que me emociona é excelência desportiva e espero este ano ver o LeBron com o anel da NBA. É um documentário muito bom, de pessoas que para além dos sacrifícios, também tiveram as oportunidades para brilhar, mas principalmente a amizade de LeBron, Dru Joyce III, Sian Cotton, Willie McGee e Romeo Travis prova ser o mais forte.

Buddy Buddy


Quando se admira o trabalho passado de um realizador, torna-se sempre complicado ver um filme mais recente. É sabido que a fase final de Billy Wilder não é a mais admirada, ainda assim, tive curiosidade em ver Buddy Buddy, o último filme do realizador.
Os dois actores Jack Lemmon e Matthau complementam-se muito bem numa desorientação em que um tem de fazer um atentado, enquanto que o outro se debatia com infelicidade conjugal. O filme não tem profundidade, mas a oposição deles os dois é interessante no ecrã. Quando tenta o humor, com a clínica sexual, falha.

How To Write Better Letters


Livro pequeno, How To Write Better Letters de Cherry Chappell é também bastante útil. Para além de regras de boas maneiras e cortesia, ela serve-se de profissionais de diferentes áreas que têm de lidar com cartas e emails diariamente para darem as suas opiniões em como melhorar, incluindo exemplos. Os objectos de discussão são bastante vastos, desde como melhorar o CV e as cartas de referência, contractos, convites de casamento e as respostas, queixas, entre muitos outros. Útil.

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Pessoas-Que-Importam #13


For this new interview, I decided to have a talk with Mike Cheese, the singer from the Infamous Gehenna. There is not a lot I want to add to the questions, as I think it is an intriguing, self-explanatory interview about Holy Terror and Mike and his role in Gehenna. The latest releases from them can be found on A389 Records. Crush all fakes.

I know you are careful with your explanations, so feel free to spread the knowledge freely, it will not be censored or whatever.

I’m actually not that careful with things like this. I just kind of shoot it all out there and let the person writing the article or interview become responsible. I feel like is somebody wants to ask me a question, they should think about the question they’re going ask. They shouldn’t concentrate on what I’m going to tell them before I’ve said a word. So as long as your questions are well thought, or as long as you want to have a discussion, and think about my words after I say them, everything will turn out just fine. 

I used to work for Terrorizer magazine and apparently you and your associates had words put in your mouths (Readers might want to read this to know more about what happened). What are you thoughts on that? Appropriate punishment for those guys?

I’m guessing you quit working for them because you wanted to pursue writing and journalism rather than advertising. The folks over there were interested in selling the product of the advertisers in their magazine. They’re collecting check man. That is really what ties me in a knot. How the fuck are they gonna sit there asking me questions then tell people that I’m from Cleveland. We’re not from Ohio. I don’t listen to the bullshit he equated  me with. GEHENNA is a band that makes music for us. Not for labels. Not for magazines. Not for advertising executives. You smell me?
When the whores at Terrorizer are told by their pimps at the labels “you idiots find something REAL and bring it down to a level that’s fake to help us sell our shit to those idiots looking at all the pretty pictures in the magazine” they do it. They used an article that was supposed to be about something else and threw in their little advertising.
An appropriate punishment. They gotta wake up everyday and live with what they are. I think that’s good enough, ya dig? 

How did you first become interested in the Holy Terror? What is the importance of religion in your life?


It’s strange that you ask me what my interest in Holy Terror is cause I’ve never been interested in anything but me. My whole life I’ve been interested in what I am, and what I do. When Brian D put those two words next to one another, (Holy and Terror) to describe the music of GEHENNA, the words became interested in us. Jack made a call and negotiated a deal for the words and told me those were his now. I don’t really know one way or another but when something is “Holy” it’s revered by the world and worthy of worship. A Terror is someone who creates over unimaginable fear in others. I’ve done nothing my whole life but raise myself as a god on earth, and scare the life out of people. Those words are more a natural part of me than I am interested in them. We were born like this and people will either get it or they wont. Are we pastors? Maybe. Am I god? Without question. Am I a liar and a the Devil? That’s the only truth you’ll ever get from me.
How important is religion? It is all we are to ourselves.

You mentioned the surveillance by authorities of your activities, how careful do you have to be and what is the impact of that in your life?

Nothing has any impact on my life if I don’t let it. You know the way it goes man, if you don’t get caught doing anything you never get in trouble for anything. Unless it’s your time to get caught. Sometimes you gotta weigh it all out and decide on if you need to be out here or in there. I mean we’re all trapped in prisons anyway. Wether you’re going into a factory every morning or you wake up in a cage every morning, you’re stuck.


How is the Holy Terror organized? Is it just individuals working through a communal goal or is comprised of totally unorganized sets of actions?


I don't really talk about that stuff too much.

I guess one of the things that interests me is due to my inability to put Gehenna and Holy Terror in the context of a 21st century life or in relation to the The Process. Would you care to shed some light on that?

There are a whole lot of time periods I could see this band existing in but I don't think we would be a band. Not long ago people like us were able to "move through time" and "shape shift" drifting in and out of towns all over the world working shit jobs as a cover. We could take what we needed from it then leave. So guys like Charlie were helping us paint pictures and teaching us how to build homes outta nothing but dirt. Jack showed us how to put the lights on and keep 'em on. Any of that clear it up for you? If it doesn't let me try this another way...
We play this music cause we need to. We don't have choices other people have. GEHENNA are the conduit for this, and if you call it music, or Holy Terror, or art or violence, or love, I'm cool with that. It's the same way an animal hunts. It stalks prey because that is its survival instinct. Most humans lost that some time ago, but we haven't. So when it's time to do it we do it. When it's time to sit we wait. No matter what happens, beasts like us are here in nature to hunt. We also sing a song and paint a picture of the hunt.

Is is fair to say that Gehenna is your personal life project?

Everybody has some sort of project but this isn't a project. For everybody in the band this is our life. Our projects are things like fixing our guitars, or finding a way to get to a show. This shit is more like an instinct. Recording music for ourselves, releasing music, getting something to eat, drink and take, are all just instinctive compulsions.

Any upcoming things you want to share? Euro tour?

We have a bunch of stuff we just recorded coming out sometime this year. Some split records with CALIFORNIA LOVE, INTEGRITY, BLIND TO FAITH, and a collaboration wit VVEGAS.  A live GEHENNA record. We got the new SANGRAAL 7".  New WITCH LORD stuff on the way. The DEVIL 12" (the DEVIL 7" just came out and it's already out of print), the PENETRATION PANTHERS recordings, the PARALLEL HELLS record is in the works, some cassette reissues were working on, some new DISCREET DOLL BAND music. Some different bands that we've all been writing music for and working on. Some writing and painting. A few shows in the U.S. and we hope to book some stuff in Europe.

Vice Guide To Liberia


Tinha escrito um pequeno trivia meu em relação à Vice, mas não me parece bem expor assim a revista, no entanto quem quiser saber, que me contacte. Chega-se então ao Vice Guide To Liberia, disponível no website deles.
O fundador da Vice é o apresentador deste guia da Liberia. É um retrato bastante negro e eles ou tiveram muita sorte devido aos contactos que compraram com o dinheiro, ou deixaram alguns sustos de fora. Pagar para um general chamado Bin Laden ser liberto parece ter sido o mais fácil, armas, heroína, prostituição, canibalismo, rapto e violações compõem a fotografia. É mesmo agreste, mas está bem feito e tem piada de ver.

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Design Vários

Mais uma vez, este é um post algo incaracterístico, mas já que me abrem as portas e me facilitam as coisas sem pagar, só devo é promovê-lo e partilhá-lo, até porque são três iniciativas bem interessantes. A primeira é a empresa de Henry Lydiate, que se especializa na arte como um negócio, e nas especificidades da lei mundial. Estive quatro horas a ouvi-lo e foram bem passadas, e para quem quer montar um negócio, ele conhece os meandros da lei a serem explorados, era amigo do Francis Bacon e arranjou o negócio que permitiu ao Charles Staatchi juntar-se à Phillips de Pury para comprar a galeria de Chelsea.

O colosso que é a sede da Vitra na Alemanha, tem um showroom e a área de escritórios condizentes em Londres. Para se ter uma ideia, os edificios da sede da Alemanha têm desde pavilhões de Frank Gehry, casas da Zaha Hadid, bombas de gasolina de Jean Prouvé ou edifícios de Casper Hamilton ou do Português Siza Vieira. Podem ler mais sobre a sede aqui. Para além das preocupações em preservar o legado de peças icónicas do design através de reproduções autorizadas, eles especializam-se em peças novas. As pessoas que me receberam eram bastante atenciosas, e é óptimo poder ver e sentir tantos marcos do design do último século. A abertura enquanto empresa, desde o CEO que corre o mundo a procurar novos colaboradores, até às dezenas destes que estavam nos escritórios de Londres e que recebiam toda a gente a meio do trabalho, façam que seja uma empresa bastante apetecível e competente.

Em último, agora que passaram pouco mais de 20 anos desde que o fundador das lojas Habitat abriu o Design Museum, que agora tem uma exposição do trabalho de Dieter Rams. Numa época destituída de qualquer glamour em ser design, este funcionário da Braun, director criativo, apegou-se aos seus conceitos minimalistas e criou um dos mais reconhecíveis legados da forma, focando-se na simplicidade dos objectos e na capacidade destes não nos baralharem a vida (o que é dizer muito, ao atribuir-lhes a capacidade). Um dos aspectos perceptíveis do nível conseguido, é a maneira como influenciou as criações futuras da marca, mas também a facilidade com que se percebe de imediato para que servem os objectos. É possível ver imagens da exposição aqui, vale a pena para ficar com uma ideia melhor do tipo de produtos icónicos que ele desenhou (Apesar de eu escrever para o Hypebeast, essa entrada não foi feita por mim).
Por fim, e a atestar a coerência e inteligência de Dieter Rams, ficam os 10 princípios do design estabelecidos por ele. Não só são válidos, como se comprova que ele os seguiu:
Good design is innovative.
Good design makes a product useful.
Good design is aesthetic.
Good design makes a product understandable.
Good design is unobtrusive.
Good design is honest.
Good design is long-lasting.
Good design is thorough down to the last detail.
Good design is environmentally friendly.
Good design is as little design as possible.

segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Braindead


Antes de Heavenly Creatures, Peter Jackson realizou um filme em 1992. Em Braindead, um funcionário do Zoo da Nova Zelândia insiste em levar um macaco à força de uma reserva. Depois de ser completamente esquartejado, a história muda e começa um verdadeiro banho de sangue, quando a mãe de um rapaz é mordida pelo dito macaco, acabando por morrer.
Tem planos estranhos e é bastante peculiar. Tem piada por ser tão desprezível e com coisas tão nojentas. Gore, sangue. Nunca vi um filme com tanto sangue e violência sem nexo. Há um genro, por isso há audiência, não esperem ou um guião ou suspense lógico. Sangue a jorrar pelo ecrã todo.

sábado, 30 de Janeiro de 2010

War Photographer


Uma sugestão que me foi dada, War Photographer de 2001 é um documentário de Christian Frei. O objecto, é a carreira de James Nachtwey e a entrega, até pela solidão a que se submete. Começa por um trabalho em Kosovo, bombardeada pela guerra, surpreendentemente calmo.
Com uma micro-câmara instalada na máquina, é possível ver a insensibilidade dele ao ir atrás de uma mulher a chorar quando ela volta a casa, agora destruída. Não aprovo isso, mas é a profissão. Ainda que ele pareça uma sombra, acho que é uma afronta perturbar assim as pessoas. Motivado pelo perigo e pelas emoções, vai para a Indonésia, onde famílias vivem entre as linhas do comboio. Os miúdos de Jacarta que não vão à escola e passam o dia a recolher coisas na lixeira e lá está a objectiva de James para o captar. Ele põe a câmara no centro da acção, e com isso o corpo, relatando as doenças que apanhou, as lesões, mas apesar disso, ele acha que continua a valer a pena por mostrar a vida das pessoas. Vale a pena conhecer esta vida.

Pickpocket


Um desempregado acha que algumas pessoas mais cultas deviam estar absolvidas de certos crimes e começa uma nova vida como assaltante. Passa a vida no metro a roubar carteiras, arriscando-se a ser preso. Realizado em 1959, Pickpocket de Robert Bresson não é seguramente um filme de acção, é bastante lento, revelando a sua beleza nos argumentos a favor do crime como encorajamento para levar uma vida mais feliz. Tal como o protagonista Michel, o filme é inteligente.

East of Eden


A adaptação do livro East of Eden de John Steinbeck de Elia Kazan com James Dean é tida como um dos grandes momentos do cinema. Um dos três capítulos cinematográficos de Dean, conhecido o nível para que ele elevou o papel de rebelde, em paralelismo com a sua própria vida. Dean vai procurar a mãe que lhe tinham dito morta como forma de tentar acalmar a efervescência juvenil, mas descobre nela uma equivalente. Pede-lhe ajuda nos negócios, mas acaba por abrir uma grande fissura na familia.
O final é bom, deixa tudo em aberto, não descura o que aconteceu mas é esperançoso, e a música de Leonard Rosenman, bela. Clássico a todos os níveis.

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

2 Coisas


Quem não sabe, já devia saber.

Um dos sites para onde escrevo, orgialiteraria.com, tem um texto novo em destaque. Se gostam de literatura, guardem-no nos favoritos, aparecem sempre coisas interessantes.

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Stachka


Stachka ou Strike foi o primeiro filme de Sergei Eisenstein, que precedeu O Couraçado Potemkin. De 1925, mudo e profundamente imerso na ideologia comunista, era a primeira parte de um projecto maior. O principal tema é a organização do proletariado sob a tutela de Lenine, incluindo uma revolta em 1903 por parte dos trabalhadores de uma fábrica. Várias vezes aparece a comparação entre animais ao tratamento dado aos operários. Um testamento ao colectivismo, brilhante e intenso do ponto de vista cinematográfico.

Rio 40 Graus


Tido como o filme que começou o movimento do cinema moderno Brasileiro em 1955, a cópia de Rio 40 Graus de Nelson Pereira dos Santos que vi tinha a imagem muito deteriorada. Pela qualidade do som, parece que foi adicionado depois, demasiado cristalino e desajustado das bocas, efeito algo desagradável.
Nesta história sobre a vida de cinco rapazes de uma favela no Rio de Janeiro, acaba por não passar uma grande imagem do país, pois entre as vendas que fazem, ocupam muito do tempo a enganar turistas. O uso de actores amadores contribuiu para o realismo, que é a arma mais forte do filme.

Le Rayon Vert


Sem nada que fazer durante o Verão, duas amigas decidem passar um filme todo a falar de coisas absurdas. Le Rayon Vert realizado por Eric Rohmer não é exactamente isto, mas o que fica por saber é irrelevante. Deprimida, uma delas tenta procurar o amor por Paris, depois de muito caminhar, é em Biarritz que o vê. É ofensivo que tenha o título baseado no livro de Julio Verne.

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Anagrama Orgânico
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